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quarta-feira, 31 de agosto de 2022

Resenha "O Pedido"

Sinopse: O conto que os leitores de Meg Cabot estão esperando há anos... O pedido de casamento de Jesse para Suze!

Suze nunca poderia imaginar que passaria o Dia dos Namorados no cemitério. Mas isso é o que acontece quando se é um mediador, que tem o “dom” de falar com os mortos. Só que dessa vez eles não são seu único problema — Jesse está tendo dificuldades para se ajustar ao mundo moderno. Em um dia que São Valentim abençoa os amantes, Suzannah terá que lidar com um espírito vingativo e injustiçado antes de poder concordar com um “felizes para sempre
 





   Em O Pedido, encontramos Jesse e Suze mais velhos, já na faculdade. Por se tratar de um conto, a história é bem curta. Se passa no dia dos namorados e o ponto central é o pedido de casamento de Jesse, ainda assim achei a história do fantasma vingativo mais envolvente do que o pedido em si. Apesar de somente Jesse e Suze estarem no conto, alguns outros personagens aparecem por meio de citações, nos deixando a par de como estão suas vidas. Devo dizer que, apesar do que aconteceu com Brad não ser exatamente inesperado dado seu passado, ainda conseguiu me surpreender. O conto foi lançado como prelúdio para Lembrança, sétimo livro da coleção A Mediadora, lançado uma década após seus antecessores.
   O Pedido possui 97 páginas, foi escrito pela autora Meg Cabot e publicado no Brasil pela Editora Galera Record em 2016 em formato e-book.


"Eu estava imaginando um professor assistente. Não vejo você com um universitário. Iria assustá-lo."




 






quinta-feira, 25 de agosto de 2022

Resenha "O Sonho de Toda Garota"

 

Sinopse: Anos atrás, eu fui convidada pela editora original da série ‘A Mediadora’ (quando eu escrevia sob o pseudômino de Jenny Carrol) pra escrever um conto para a revista teen deles, ‘Pulse’, sobre Suze Simon, a heroína da série. Aqui, finalmente, está aquele longo conto perdido, que aparece cronologicamente entre os livros ‘Reunião’ e ‘A Hora Mais Sombria’. - Meg Cabot







   O conto é bem curto e quando você se dá conta, já terminou. O fantasma mal aparece, e não há nenhuma aventura. Ainda assim, a leitura é agradável e pode-se matar a saudade dos personagens. 

Confira o conto na íntegra:

O Sonho de toda garota

Lá estava eu, em um longo vestido branco Jessica McClintock e uma orquídea de pulso, o luar brincando com meus cabelos, e um par de braços fortes envolvendo minha cintura, enquanto uma voz masculina gentilmente sussurrava meu nome:

“Susannah.” A respiração do meu parceiro de dança estava suave contra minha bochecha. “Susannah…”

É. Nos meus sonhos. Na vida real, a voz chamando meu nome não era nem um pouco masculina. Isso porque pertencia a um garoto de doze anos.

“Uh, Suze? É, há algo seriamente errado com esses Cannolis¹.”

Eu desviei meu olhar dos casais rodopiando perante mim e olhei para baixo. No lugar do total bonitão em um terno que estive imaginando, em pé na minha frente estava meu meio-irmão ruivo, segurando uma bandeja de pastéis italianos.

“Kelly está realmente maluca,” Mestre conhecido por todos como David menos por mim – disse. “Ela diz que eles parecem deformados, ou algo assim.”

Kelly estava certa. Os cannolis estavam deformados. Como vice-presidente do penúltimo ano, e relutante presidente do comitê do baile de formatura do penúltimo/último ano (Eu tinha sido apontada para a posição quando nenhuma outra pessoa se voluntariou.), eu tentei cortar caminho, usando os colegas de classe da sétima série do Mestre como fornecedores. Isto foi o que eu recebi por meus esforços: cannolis deformados.

Não que eu me importasse. Eu quero dizer, considerando o fato de que eu era a única garota do penúltimo ano na escola inteira, praticamente, que não tinha sido convidada pra este baile em particular. Este baile do qual eu era presidente. O que me importava os estúpidos refrescos?

Oh, tudo bem. Eu me importava.

“Suze, você está louca?” Kelly Prescott veio se aproximando, a saia de seu vestido de noite Nicolle Miller tremeluzindo no luar que emanava da fonte do jardim da Missão.

“Você esperava realmente que as pessoas comessem aquilo?”

Olhei para baixo, na direção dos pastéis, que deveriam estar como tubos, mas que pareciam mais pretzel².

“Há mais cannolis, ou estes foram a última fornada?” Eu perguntei ao Mestre.

“Hum,” Ele disse, olhando nervosamente para Kelly, que, sendo a garota mais bonita em Carmel, Califórnia, considerava nós dois, meros mortais, completas aberrações. Ela estava certa sobre um de nós. E não era o Mestre. “Deveria haver mais.”

“Bem,” Eu disse. Tirei a bandeja de cannolis dele. Para Kelly, disse, “Não se preocupe com isso. Eu cuidarei disto. Volte para o seu par.”

O par de Kelly, o presidente de classe do último ano, Greg Sanderson, estava em pé, embaixo de uma palmeira próxima, alto e legalmente lindo em seu terno. Ele era um dos caras mais bonitos na escola, então era de se esperar que ele tivesse convidado Kelly, ainda que um pequena aluna do penúltimo ano, para seu baile…

Ainda, ele só tinha feito isso depois que seu par original, Cheryl McKenna, inexplicavelmente, bem… Morreu.

Mas ei, era Greg. Que tipo de idiota rejeitaria um convite para ir ao baile de formatura com Greg?

Vou te dizer que tipo: eu. Não que ele tenha me convidado, claro. Mas se ele tivesse, eu teria sido forçada a declinar. Porque meu coração pertence a outro. Por todo bem que isso me faz.

Dando a Kelly um sorriso que ela não merecia, levei os ofendidos pastéis de volta a cozinha da Academia de Missão. Construída em aproximadamente quatrocentos anos atrás pelos monges Franciscanos, onde três pés de grossas paredes e gigantes vigas de carvalho não eram considerados erros de decoração, a Missão, agora uma escola, tinha atualizado as aplicações – e adicionou instalações elétricas – de modo que quando eu entrei na cozinha, eu podia ver meu reflexo no enorme geladeira subzero no fim da cozinha. E vamos dizer que eu não estava emocionada com o que via.

Oh, o longo vestido branco estava bom. Com meus cabelos escuros na altura dos ombros, e a orquídea de pulso comprada pra mim pelo meu padrasto – eu parecia uma garota de outra época.

O problema era o reflexo que eu vi ao meu lado. E era o reflexo de alguém que realmente era de outra época. Virei rápido para encará-lo.

“O quê” Eu exigi.“ você está fazendo aqui?”

Quase derrubei os cannolis. Ele pegou a bandeja e colocou-a gentilmente no canto próximo.

“Olá, querida” Ele disse, com um sorriso. “Bom ver você, também.”

Foi o sorriso que fez isso. O sorriso que cada e toda vez que via, fazia algo murchar dentro de mim.

Porque mesmo que ele esteja morto há uns anos, Jessé ainda é o cara mais lindo que eu já vi.

E eu já vi muitos deles. Caras, eu quero dizer. Porque, como a criança daquele filme, eu posso ver pessoas mortas.

Só que diferente daquela criança, os fantasmas não me assustam, alguns deles eu penso às vezes que eu posso até amar.

Certo, eu tenho muita certeza que eu amo.

Não que eu vá deixá-lo saber. Porque que tipo de cara – mesmo um cara morto – poderia amar uma aberração como eu?

Mas isso não significa que eu não possa sonhar.

“Acontece,” Eu disse, olhando pra longe dos olhos escuros e astutos de Jesse – sem mencionar o lugar onde sua camisa fora de moda caía aberta, revelando um abdômen que Greg Sanderson teria invejado – “que eu estou extremamente ocupada agora.”

“Oh, eu posso ver, Susannah.” Jesse disse.

“Eu quero dizer isto.” Eu disse. “Eu não tenho tempo para conversar. Eu tenho o dever de fazer deste baile de formatura uma noite que estas pessoas sempre lembrarão.”

Jesse estava se inclinando contra um dos balcões, seus braços dobrados através de seu peito. “Estas pessoas,” Ele repetiu, com outro daqueles sorrisos. “Mas não você?”

“Não é meu baile.” Eu disse, com um dar de ombros, tentando não notar quão sombriamente bronzeados aqueles braços dele eram contra a brancura de sua camisa. Pra um fantasma, Jesse é extremamente gato.

“Então isso significa sem dançar para você?” Ele perguntou.

Eu congelei, com a bandeja de novos – e não deformados – cannolis que eu tinha acabado de remover da geladeira.

“Dançar?” Eu podia sentir minhas bochechas corando. Ele não está, eu disse a mim mesma severamente, te convidando pra dançar. Ele só está perguntando, no geral. Não alimente esperanças.

Era tarde demais. Nos olhos da minha mente, Jesse e eu tínhamos nos juntado aos outros casais no pátio iluminado, aqueles seus braços fortes circulando minha cintura, sua respiração suave contra minha bochecha…

“Sim, dançar.” Jesse disse. “Certamente mesmo no século vinte-e-um, pessoas ainda dançam.”

Eu tomei fôlego, imaginando como ia responder.

Nunca tive a chance de descobrir. Porque antes que eu pudesse dizer uma palavra, eu a vi.

“Greg?” Ela chamava. “Greg? Onde você está?”

Minha boca abriu. Eu teria reconhecido aquele lustroso cabelo loiro em qualquer lugar, mas a roupa de hospital era reveladora.

“Oh, não.” Eu disse.

Cheryl, ouvindo minha voz, veio com incerteza para a porta da cozinha. Seus amáveis olhos azuis estavam esperançosos enquanto olhavam para Jesse e eu.

“Olá.” Ela disse, na maneira deslumbrada, mas educada, tão frequentemente usada pelos recentes mortos.

“Você viu meu namorado, Greg? Ele deveria me trazer aqui esta noite, só que ele nunca apareceu. Ele deve ter esquecido.”

Jesse e eu trocamos olhares. O dele era ilegível. O meu – como eu era capaz de ver bem demais no meu reflexo na geladeira – era infeliz.

Bem, e por que não? Vendo Cheryl deste jeito, era só uma prova maior da minha esquisitice.

“Cheryl” Eu disse, baixando a bandeja de cannolis. “Escute. Greg não esqueceu de te pegar.”

Cheryl piscou como alguém acordando de um sonho. Talvez isto seja o que a morte é. Quem sabe? Bem, Jesse sabe, só que ele não vai me contar.

“Ele deve ter esquecido.” Cheryl disse. “É a noite do baile de formatura.”

“Eu sei, Cheryl.” Eu disse gentilmente. “Esta é a noite do baile de formatura. E Greg está aqui.”

O amável rosto de Cheryl se iluminou. “Ele está aqui? ‘Onde? Oh, eu tenho que achá-lo.”

Ela se virou para sair da cozinha. Eu a parei. Os espíritos dos mortos são sem matéria para todo mundo, – menos para mim, é claro. Para nós, eles são carne e osso. – ou, como no caso de Jessé, músculos e sorrisos misteriosos.

“Greg está aqui, Cheryl.” Eu disse. “Mas… Ele está aqui com outra pessoa.”

Os olhos de Cheryl se encheram instantâneamente com lágrimas, “Mas não pode ser.” Ela disse, sua voz aumentando ligeiramente. “Ele me convidou. Meses atrás.”

“Eu sei, Cheryl.” Eu disse. “Mas Greg teve que convidar outra pessoa porque você… Bem, você morreu, Cheryl.”

Ela balançou sua cabeça. “Não. Eu não morri”.Ela disse. “Isso é ridículo. Não estou morta. Olhe pra mim. Estou em pé bem aqui. Eu não estou morta.”

“Você está aqui em pé em um vestido de hospital.” Eu ressaltei. “Cheryl, sinto muito, mas você morreu de um apêndice rompido dois meses atrás. Se você for lá fora agora – se você tentar falar com Greg – ele não vai te ver. Ele não pode. Eu posso te ver porque…Bem, porque é o que eu faço. Mas a verdade é, Cheryl, você está morta.”

Eu o vi – o horror, assim que minhas palavras caíram na expansão de suas amáveis feições.

Então ela enlouqueceu.

Eu poderia culpá-la? Ela tinha dezoito anos e estava apaixonada. Ela tinha tudo pelo que viver… Faculdade, carreira, filhos… E agora…

Bem, agora tudo isso se foi.

“NÃO!” Ela gritou, seu rosto amável se contorcendo em uma máscara de raiva e desespero. “NÃO! Eu não acredito em você! Você está mentindo!”

Ela se livrou do meu abraço.

“Você só está com ciúmes, isso é tudo!” Ela gritou. “Ciúmes de mim!”

E foi aí que ela bateu os dois pulsos na bandeja de cannolis, enviando seu conteúdo pelos ares.

E não os cannolis deformados, tampouco.

“Pare!” Eu gritei, andando adiante e agarrando-a pelos pulsos. Não importa o quanto ela contorcesse seu corpo e chutasse para se libertar, eu não a deixaria ir. Não desta vez.

“Você está morta, Cheryl.” Eu disse. “Está me ouvindo? Morta. Não é justo, mas é o jeito como as coisas são. Eu queria que você pudesse ir ao seu baile. Sei que é o sonho de toda garota ir ao baile de formatura com o cara que ela ama. Mas Cheryl, Greg seguiu em frente. Foi difícil pra ele, mas ele continuou. Está na hora de você fazer o mesmo.”

Algo nas minhas palavras – talvez a garantia de que Greg não teve facilidade em enfrentar sua morte, por mais que Kelly Prescott pudesse desejar de outra forma – levou toda a raiva dela. Ela curvou-se contra mim.

Então, um segundo depois, eu a ouvi murmurar, “Estou realmente morta, não estou?”.

E então ela se foi.

Simples assim.

Jesse, que não tinha se movido o tempo inteiro do lugar que estava, confiante que eu poderia lidar com Cheryl sozinha, estava sorrindo.

“É o sonho de toda garota ir ao baile com o cara que ela ama?” Ele repetiu,com não só uma, mas duas sobrancelhas negras erguidas.

“Nem comece.” Eu disse. Tentei esconder minhas bochechas, que estavam de repente queimando, pegando o que restava dos cannolis, e substituindo-os com o conteúdo de uma sacola de biscoitos de chocolate. “Eu tenho coisas pra fazer.”

“Oh, sim.” Jesse disse, saindo do meu caminho enquanto eu passava por ele. “Eu posso ver.”

Se eu esperava que o ar da noite esfriasse meu rosto, eu estava desapontada. Ainda estava me sentindo estranhamente ruborizada quando achei Mestre no pátio, e empurrei a bandeja de biscoitos para ele.

“Suze, estes não são cannolis.”

“Eu sei. Não há mais cannolis.”

“Pensei que houvesse vários-”

“Não mais.” Eu disse, resumidamente, e me virei porque vi Kelly nos encarando por sobre o ombro de Greg.

O que quer que tivesse acontecido agora, eu não queria saber. Porque não podia ser tão ruim quanto o que tinha acontecido com a pobre Cheryl McKenna, morta com dezoito anos.

Ou comigo, nascida uma aberração que pode ver fantasmas.

Mas quando eu me enfiei nas sombras dos corredores da Missão, esperando escapar, por um momento, da música e da risada, descobri que não estava, de fato, sozinha.

Jesse tinha me seguido.

“Você nunca respondeu minha pergunta.” Ele disse, numa voz suave como o luar. “Pessoas no século vinte-e-um ainda dançam?”

As batidas do meu coração trovejavam nas minhas orelhas, muito mais alto do que a música lenta. “Hum,” Eu disse, com dificuldade em engolir, minha garganta tinha ficado tão seca. “Às vezes.”

“Que tal agora?” Ele perguntou.

E então seus braços fortes estavam envolvendo minha cintura, sua respiração macia contra minha bochecha, enquanto gentilmente sussurrava meu nome: “Susannah… Susannah…”.




sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Promoção "Crepúsculo"

   Irei sortear o livro "Crepúsculo" da autora Meg Cabot
   Para saber mais sobre o livro, leia a resenha aqui. Para participar do sorteio basta ter endereço de entrega no Brasil, preencher o formulário abaixo e deixar um comentário neste post com um endereço de e-mail válido. O ganhador será anunciado no dia 18 de setembro e este terá um prazo de 48 hs. para enviar um e-mail com seus dados para priscilla.faustino@gmail.com, caso não haja contato no prazo, haverá novo sorteio.


Sinopse: Desta vez é vida ou morte. A série A mediadora, de Meg Cabot, chega ao fim. Suzannah já se acostumou com os fantasmas em sua vida e é muito aterrorizante ter o destino dos fantasmas em mãos, podendo alterar o curso da história. E tudo ficou pior depois que ela descobriu que Paul também sabe como fazer isso. E ele adoraria evitar o assassinato de Jesse, impedindo-o de virar fantasma e lhe garantindo uma vida tranqüila, finalmente... Isso significaria que Jesse e Suzannah jamais se conheceriam. A mediadora está diante da decisão mais importante da sua vida: deixar o único cara que já amou voltar para seu próprio tempo, impedindo assim sua morte... ou ser egoísta e mantê-lo a seu lado como um fantasma. O que Jesse escolheria: viver sem Suzannah ou morrer para amá-la?



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terça-feira, 16 de agosto de 2022

Resenha "Crepúsculo"

 

Sinopse: Desta vez é vida ou morte. A série A mediadora, de Meg Cabot, chega ao fim. Suzannah já se acostumou com os fantasmas em sua vida e é muito aterrorizante ter o destino dos fantasmas em mãos, podendo alterar o curso da história. E tudo ficou pior depois que ela descobriu que Paul também sabe como fazer isso. E ele adoraria evitar o assassinato de Jesse, impedindo-o de virar fantasma e lhe garantindo uma vida tranqüila, finalmente... Isso significaria que Jesse e Suzannah jamais se conheceriam. A mediadora está diante da decisão mais importante da sua vida: deixar o único cara que já amou voltar para seu próprio tempo, impedindo assim sua morte... ou ser egoísta e mantê-lo a seu lado como um fantasma. O que Jesse escolheria: viver sem Suzannah ou morrer para amá-la?







    Crepúsculo encerra a série A Mediadora, e como em todo bom encerramento, chega a hora de fazer escolhas difíceis. Após admitir que está apaixonada por Jesse e descobrir que ele sente o mesmo, Suzannah parece finalmente engatar o romance com o seu fantasma. Mas aí, surge outra questão, o fato de ele estar morto e ela não. Como Paul os faz lembrar sempre deste detalhe, a premissa de um futuro como um casal sobrenatural ocupa muito espaço na mente de ambos. Apesar de dizer não se importar em namorar um fantasma, Suze muitas vezes se vê pensando em como será sua vida ao lado de alguém que ninguém mais pode ver, e quando ela descobre o plano de Paul de impedir o assassinato de Jesse, Suze precisa tomar uma decisão difícil, deixar que ele concretize o plano e assim nunca conhecer Jesse ou impedir Paul e viver com um fantasma para sempre. Neste livro há uma exploração maior dos poderes dos mediadores e a trama se passa ao redor deste aprofundamento. Assim como os outros livros da série, este também é escrito em primeira pessoa, do ponto de vista de Suzannah. Por se tratar de um romance adolescente, a leitura é leve e fluida. Apesar de seguir o clichê da maioria dos romances, o desfecho foi perfeito. A saída encontrada pela autora para finalizar a trama foi muito criativa. 
   Crepúsculo possui 272 páginas, foi escrito pela autora Meg Cabot e publicado no Brasil pela Editora Galera Record em 2007.


"Não seja idiota. estou oferecendo uma chance de viver de novo. Viver. O que você vai fazer, ficar por aqui pelo resto da eternidade? Vai ver Suze ficar velha - ele apontou o dedo para mim - e acabar virando pó, como aconteceu com sua família? Você não se lembra da sensação? Quer passar por tudo aquilo outra vez? Quer que ela sacrifique uma vida normal: casamento, filhos, netos, só para estar com você, quando você nem pode sustentá-la, nem pode..."







quarta-feira, 10 de agosto de 2022

Promoção "Assombrado"

   Irei sortear o livro "Assombrado" da autora Meg Cabot Para saber mais sobre o livro, leia a resenha aqui.
   Para participar do sorteio basta ter endereço de entrega no Brasil, preencher o formulário abaixo e deixar um comentário neste post com um endereço de e-mail válido. O ganhador será anunciado no dia 09 de setembro e este terá um prazo de 48 hs. para enviar um e-mail com seus dados para priscilla.faustino@gmail.com, caso não haja contato no prazo, haverá novo sorteio.


Sinopse: Suzannah passou o último verão no Pebble Beach Hotel and Golf Resort. Não, ela não estava hospedada com os ricaços. Em vez disso, tomava conta dos filhos deles. Foi assim que ela conheceu Paul Slater. Suzannah era a babá do irmãozinho dele, Jack, e Paul se encantou por ela. Mas é claro que quando um garoto bonitão se interessa por ela as coisas não podem simplesmente dar certo.











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domingo, 7 de agosto de 2022

Resenha "Assombrado"

 

Sinopse: Suzannah passou o último verão no Pebble Beach Hotel and Golf Resort. Não, ela não estava hospedada com os ricaços. Em vez disso, tomava conta dos filhos deles. Foi assim que ela conheceu Paul Slater. Suzannah era a babá do irmãozinho dele, Jack, e Paul se encantou por ela. Mas é claro que quando um garoto bonitão se interessa por ela as coisas não podem simplesmente dar certo.













   No quinto livro da série A Mediadora, Suzannah está de volta às aulas após as férias conturbadas no Pebble Beach, e para sua surpresa Paul Slater também. Após os acontecimentos do último livro, era de se esperar que as coisas se ajeitassem entre Suze e Jesse, mas não é o que acontece. Com a insegurança diante do distanciamento de Jesse e a mescla de medo e interesse com o ingresso de Paul em sua escola, a vida de Suzannah fica ainda mais complicada. A história do fantasma neste livro fica em segundo plano, como que apenas para constar, não sendo muito aprofundada. O ponto central passa a ser a descoberta das outras habilidades que Suze por ter como mediadora, o que torna Paul um personagem central neste livro, já que ele se prontifica a ensinar tudo a Suze (não sem nada em troca, claro). O triangulo amoroso é enfatizado de forma intensa, ainda que não muito saudável em sua interação.  Seguindo a linha de seus antecessores, Assombrado é escrito em primeira pessoa, do ponto de vista de Suze e segue o clichê da maioria dos romances adolescentes, mas ainda assim é uma ótima leitura, a história é escrita de forma divertida e envolvente. 
   Assombrado possui 239 páginas, foi escrito pela autora Meg Cabot e publicado no Brasil pela Editora Galera Record em 2006.


"Porque sabia o que o padre Dom estava tetando dizer. Estava tudo ali, em odioso preto e branco. Jesse não me amava. Jesse nunca tinha me amado. (...)"







quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Promoção "A Hora Mais Sombria"

   Irei sortear o livro "A Hora Mais Sombria" da autora Meg Cabot Para saber mais sobre o livro, leia a resenha aqui.
   Para participar do sorteio basta ter endereço de entrega no Brasil, preencher o formulário abaixo e deixar um comentário neste post com um endereço de e-mail válido. O ganhador será anunciado no dia 13 de março e este terá um prazo de 48 hs. para enviar um e-mail com seus dados para priscilla.faustino@gmail.com, caso não haja contato no prazo, haverá novo sorteio.


Sinopse: Em A HORA MAIS SOMBRIA, quarto livro da série A mediadora, Suzannah sofre com sua paixão por Jesse – o fantasma “muito gato e com abdome de tanquinho”, que “vive” assombrando seu quarto. Entre a juventude platinada local, no melhor estilo de OC, a menina tenta se adaptar ao novo colégio e à nova família formada com o segundo casamento da mãe. Entre as recentes amizades e agitos naturais da idade, a menina resolve as pendências do mundo espiritual.










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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Resenha "A Hora Mais Sombria"

Sinopse: Em A HORA MAIS SOMBRIA, quarto livro da série A mediadora, Suzannah sofre com sua paixão por Jesse – o fantasma “muito gato e com abdome de tanquinho”, que “vive” assombrando seu quarto. Entre a juventude platinada local, no melhor estilo de OC, a menina tenta se adaptar ao novo colégio e à nova família formada com o segundo casamento da mãe. Entre as recentes amizades e agitos naturais da idade, a menina resolve as pendências do mundo espiritual.











   No quarto livro da série A Mediadora, Suzannah encontra-se de férias. Ela consegue um emprego de verão como babá em hotel, e uma das famílias com quem trabalha acaba por revelar grandes surpresas. Ainda tetando conciliar o trabalho de mediadora com a vida de adolescente normal e a nova família do segundo casamento de sua mãe, Suze ainda precisa lidar com o fato de estar apaixonada por Jesse, um rapaz que morreu há cerca de cento e cinquenta anos e agora é um fantasma que assombra seu quarto. O livro segue a mesma linha de escrita dos anteriores, uma linguagem simples e de fácil entendimento. Um pouco mais do mistério que envolve o passado de Jesse, quando ele ainda era vivo, é revelado. E, é claro, Suzannah está mais uma vez enfrentando problemas com fantasmas problemáticos. Mesmo que ainda haja trechos cômicos, este volume parece ser mais sério que os anteriores, talvez por finalmente tratar a questão da protagonista estar apaixonada por um fantasma. Há muita ação e uma grande reviravolta, as revelações deste, sem dúvidas, são mais surpreendentes que as dos volumes anteriores. A passagem de tempo continua bem curta, este trata apenas de uma semana da vida de Suze.
   A Hora Mais Sombria possui 271 páginas, foi escrito pela autora Meg Cabot e publicado no Brasil pela Editora Galera Record em 2005.


"E, é claro, a maioria dos caras que eu conheci desde que me mudei para a Califórnia acabou sendo perseguida por assassinos psicopatas ou sendo eles mesmos assassinos psicopatas. Mas essa não é de fato uma desculpa muito boa para me apaixonar por um fantasma. Não mesmo."







quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Promoção "Reunião"

    Irei sortear o livro "Reunião" da autora Meg Cabot Para saber mais sobre o livro, leia a resenha aqui.
   Para participar do sorteio basta ter endereço de entrega no Brasil, preencher o formulário abaixo e deixar um comentário neste post com um endereço de e-mail válido. O ganhador será anunciado no dia 05 de fevereiro e este terá um prazo de 48 hs. para enviar um e-mail com seus dados para priscilla.faustino@gmail.com, caso não haja contato no prazo, haverá novo sorteio.


SinopseSuzannah é uma adolescente como outra qualquer. Bem, quase...Ela tem um pequeno segredo: é uma mediadora. Fala com fantasmas e os ajuda a descansar em paz. Um dom um tanto incomum para ser divido com os colegas, irmãos e até mesmo com a mãe. Mas de uma pessoa Suzannah não conseguirá esconder seu segredo. Gina, sua melhor amiga de Nova York, está na cidade passando uns dias com ela. Durante sua estada, quatro adolescentes morrem num acidente de carro. E Suzannah se vê obrigada a abrir mão de seus dias tranquilos com a amiga para ajudar as almas penadas.








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segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Resenha "Reunião"


SinopseSuzannah é uma adolescente como outra qualquer. Bem, quase...Ela tem um pequeno segredo: é uma mediadora. Fala com fantasmas e os ajuda a descansar em paz. Um dom um tanto incomum para ser divido com os colegas, irmãos e até mesmo com a mãe. Mas de uma pessoa Suzannah não conseguirá esconder seu segredo. Gina, sua melhor amiga de Nova York, está na cidade passando uns dias com ela. Durante sua estada, quatro adolescentes morrem num acidente de carro. E Suzannah se vê obrigada a abrir mão de seus dias tranquilos com a amiga para ajudar as almas penadas.










   No terceiro livro da série A Mediadora, Suzannah está passando alguns dias com sua melhor amiga Gina, que veio de Nova York para passar as férias. Elas estão curtindo a praia, quando Suzannah se depara com quatro fantasmas adolescentes e, é claro, ela precisa ajudá-los. Como nos livros anteriores, há um novo rapaz interessado em Suze e, também como os anteriores, ele está envolvido com os fantasmas. Começo a achar que esta é a fórmula de escrita da série, a cada livro surge um novo rapaz e com ele, vem os fantasmas. Desta vez porém, Suze não tem o menor interesse no rapaz, já que só tem olhos para Jesse. Como seus antecessores, este também é escrito em primeira pessoa, do ponto de vista de Suzannah. Por ser destinado ao público infanto-juvenil, a escrita é simples e de fácil assimilação. O mistério em torno dos fantasmas só é revelado no final, porém não chega a ser um suspense tão grande, já que no decorrer da leitura torna-se bem óbvio o que aconteceu. Como o livro trata de um curto espaço de tempo, só se passam alguns dias em cada livro da série, sentimos que a história possa estar estar um pouco estagnada, já que este é o terceiro livro e ainda não aconteceu nada entre a Suze e o Jesse, mas como ele nasceu há cento e cinquenta anos e eles se conhecem só há dois meses, até que é bem normal não ter rolado nada ainda. Escrito por Meg Cabot, Reunião possui 268 páginas e foi publicado no Brasil pela Editora Galera Record em 2005.



"Meu coração começou a bater tão depressa que tive certeza de que ele podia ouvir. Além disso, provavelmente não preciso dizer, minhas costelas doíam, doíam de verdade. Cada pulsação parecia fazer o coração se chocar contra elas."









domingo, 13 de dezembro de 2020

Promoção "O Arcano Nove"

    Vamos sortear o livro "O Arcano Nove" da autora Meg Cabot Para saber mais sobre o livro, leia a resenha aqui.
   Para participar do sorteio basta ter endereço de entrega no Brasil, preencher o formulário abaixo e deixar um comentário neste post com um endereço de e-mail válido. O ganhador será anunciado no dia 12 de janeiro e este terá um prazo de 48 hs. para enviar um e-mail com seus dados para priscilla.faustino@gmail.com, caso não haja contato no prazo, haverá novo sorteio.


Sinopse: Para uma adolescente, trocar de cidade pode ser um trauma. Para Suzannah, a mudança de Nova York para Califórnia está sendo ótima: novos amigos, muitas festas e dois caras bonitões e muito interessantes. Só que um deles é um fantasma. E o outro pode matá-la. Suzannah é uma mediadora, uma pessoa capaz de se comunicar com os mortos e resolver as pendências deles na Terra. A velha casa para onde se mudou com a mãe e o padrasto é assombrada por Jesse, um fantasma jovem e gentil. Como Jesse não liga muito para ela (e, além do mais, está morto), Suzannah se entusiasma com o interesse de Tad Beaumont, o garoto mais cobiçado da cidade. Mas o fantasma de uma mulher, cujo assassinato pode ter relação com um mistério no passado de Tad, a atormenta. E a vida de Suzannah pode estar ameaçada. Ser adolescente é complicado. O que dizer de uma garota que precisa dividir sua atenção entre a própria vida e a morte dos outros?



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sábado, 5 de dezembro de 2020

Resenha "O Arcano Nove"

Sinopse: Para uma adolescente, trocar de cidade pode ser um trauma. Para Suzannah, a mudança de Nova York para Califórnia está sendo ótima: novos amigos, muitas festas e dois caras bonitões e muito interessantes. Só que um deles é um fantasma. E o outro pode matá-la. Suzannah é uma mediadora, uma pessoa capaz de se comunicar com os mortos e resolver as pendências deles na Terra. A velha casa para onde se mudou com a mãe e o padrasto é assombrada por Jesse, um fantasma jovem e gentil. Como Jesse não liga muito para ela (e, além do mais, está morto), Suzannah se entusiasma com o interesse de Tad Beaumont, o garoto mais cobiçado da cidade. Mas o fantasma de uma mulher, cujo assassinato pode ter relação com um mistério no passado de Tad, a atormenta. E a vida de Suzannah pode estar ameaçada. Ser adolescente é complicado. O que dizer de uma garota que precisa dividir sua atenção entre a própria vida e a morte dos outros?





   O segundo livro da série A Mediadora traz Suzannah já um pouco mais ambientada em sua nova vida na Califórnia, mas ainda sem se sentir totalmente em casa. O mistério gira em torno do fantasma de uma mulher que pede que ela entregue uma mensagem a Red, e enquanto tenta cumprir a tarefa de entregar a mensagem, Suzannah descobre alguns fatos que colocam sua própria vida em risco. Assim como o livro anterior, este também é escrito em primeira pessoa, do ponto de vista de Suzannah. É destinado ao público infanto-juvenil, sua escrita é simples e de fácil entendimento.  A ação desta vez fica por parte dos vivos e não dos fantasmas, e o mistério em torno de Red é segurado até o final, o que me agradou bastante. O ponto negativo é que há muitos trechos que ficam se repetindo, o que tornou a leitura um pouco desgastante, talvez não se perceba se houver um espaço de tempo entre a leitura do primeiro e segundo livros, mas como li os dois em sequência identifiquei explicações que já haviam sido dados no livro anterior, um parágrafo inteiro foi copiado neste, palavra por palavra. Ainda assim, a leitura vale a pena, a tentativa de Suzannah de equilibrar o trabalho de mediadora com a vida de uma adolescente normal é interessante e cômica. Escrito pela autora Meg Cabot, o livro possui 269 páginas e foi publicado no Brasil em 2005 pela Editora Galera Record.


"Eu posso estar morto há cento e cinquenta anos, Suzannah, mas isso não significa que não saiba como as pessoas se despedem. E em geral quando as pessoas se despedem cada um fica com a língua dentro da própria boca."







terça-feira, 27 de outubro de 2020

Promoção "A Terra das Sombras"

   Vamos sortear o livro "A Terra das Sombras" da autora Meg Cabot Para saber mais sobre o livro, leia a resenha aqui.

   Para participar do sorteio basta ter endereço de entrega no Brasil, preencher o formulário abaixo e deixar um comentário neste post com um endereço de e-mail válido. O ganhador será anunciado no dia 29 de novembro e este terá um prazo de 48 hs. para enviar um e-mail com seus dados para priscilla.faustino@gmail.com, caso não haja contato no prazo, haverá novo sorteio.


Sinopse: Falar com um fantasma pode ser assustador. Ter a habilidade de se comunicar com todos, então, é de arrepiar qualquer um. A jovem Suzannah seria uma adolescente novaiorquina comum, com seu indefectível casaco de couro, botas de combate e humor cáustico, se não fosse por um pequeno detalhe. Ela conversa com mortos. Todos eles. Qualquer um. Ela é uma mediadora, em termos místicos, uma pessoa cuja missão é ajudar almas penadas a descansar em paz. Um dom nada bem-vindo e que a deixa em apuros com mãe e professores. Como convencê-los da inocência nas travessuras provocadas por assombrações? Essa é a emocionante trama de A mediadora série best seller de Meg Cabot.
 


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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Resenha "A Terra das Sombras"

Sinopse: Falar com um fantasma pode ser assustador. Ter a habilidade de se comunicar com todos, então, é de arrepiar qualquer um. A jovem Suzannah seria uma adolescente novaiorquina comum, com seu indefectível casaco de couro, botas de combate e humor cáustico, se não fosse por um pequeno detalhe. Ela conversa com mortos. Todos eles. Qualquer um. Ela é uma mediadora, em termos místicos, uma pessoa cuja missão é ajudar almas penadas a descansar em paz. Um dom nada bem-vindo e que a deixa em apuros com mãe e professores. Como convencê-los da inocência nas travessuras provocadas por assombrações? Essa é a emocionante trama de A mediadora série best seller de Meg Cabot.








   O livro conta a história de Suzannah, uma adolescente de 16 anos que se muda para Califórnia depois de sua mãe casar novamente. Ela precisa se adaptar a nova vida com três irmãos (filhos de seu padrasto), que possuem personalidades muito diferentes um do outro, e a nova escola. Além dos problemas típicos de uma adolescente, Suzannah também precisa lidar com o fato de ser uma mediadora, o que significa que ela pode ver e falar com fantasmas que, por algum motivo, ainda estão presos ao mundo dos vivos. A narrativa é em primeira pessoa, escrita em algum momento presente, se referindo ao passado da protagonista, em alguns trechos há explicações do que aconteceria no futuro. Por ser um romance destinado ao público infanto-juvenil, a escrita é bem simples e de fácil assimilação. Apesar de se tratar de uma história de fantasmas, o texto é bem leve e divertido em alguns momentos, e a leitura flui rapidamente. Este foi meu primeiro livro da autora e gostei bastante, mesmo tendo aquela fórmula água com açúcar básica de qualquer romance adolescente, foi muito original incluir a temática de fantasmas neste contexto. O livro possui 284 páginas e foi publicado no Brasil em 2004 pela Editora Galera Record. Apesar da autora ter anunciado, em seu twitter, que os direitos para adaptação haviam sido adquiridos pela FremantleMedia em 2013, até o momento não houve nada de concreto.


"Ele piscou com aqueles enormes olhos negros. Suas pestanas eram mais longas que as minhas. Não é sempre que dou de cara com um fantasma que também é uma graça, mas aquele cara... caramba, ele devia ter sido uma coisa quando vivo, pois ali estava ele morto e eu já queria adivinhar como eram as coisas por baixo da camisa branca que ele usava (...)"