Sinopse: Delilah Darling tem quase 30 anos e já se relacionou com 19 rapazes. Sua vida sentimental não tem sido exatamente brilhante, pois todo cara que conhece parece fugir do relacionamento. Quando lê uma matéria no jornal em que a média de homens para uma mulher de 30 anos é de 10,5, fica desesperada e assustada por estar muito acima dela. Além de tudo, o artigo no jornal terminava falando que, se a mulher tivesse o número acima dessa média, seria impossível a pessoa certa. Na tentativa de não aumentar seu número e perder de vez a chance de se casar, Delilah sai à procura de seus antigos namorados e tenta reconquistá-los. Será que um deles estará disposto a esquecer o passado e começar uma linda história de amor?
Qual Seu Número? revela os segredos de cada mulher e prova que, quando se trata de assuntos do coração, números são apenas uma fração de tempo.
Delilah é uma mulher independente que aos 30 anos ainda não conseguiu firmar um relacionamento sério. Quando descobre que está acima da média de relacionamentos, ela vai em busca de seus ex. Ao tentar encontrar os 19 rapazes com quem se relacionou no passado, a protagonista se coloca em várias situações inusitadas. Para encontrá-los ela conta com a ajuda do gato do seu vizinho: Colin. Mesmo não estando ao lado de Delilah durante sua jornada, ele está presente todo o tempo através de telefonemas, mensagens e e-mails. Apesar de o livro ser grande (414 páginas) a leitura é bem rápida (eu li em um único dia) e descontraída graças ao texto leve, divertido e empolgante. A protagonista é impulsiva, atrapalhada e muito engraçada (me fez lembrar de Bridget Jones e Becky Bloom). O início de cada capítulo mostra as mensagens da secretária eletrônica de Delilah, além de um mapa mostrando a trajetória cruzando os Estados Unidos, e o final a quantidade de dinheiro, dias e homens que faltam (achei isso muito legal). O final foi o esperado, nada surpreendente (mas os chick-lit costumam ter finais previsíveis). A mensagem que pude retirar da leitura é que não devemos nos importar tanto com que os outros pensam, mas nos aceitarmos do jeito que somos. O livro foi adaptado para o cinema, mas ainda não assisti ao filme e, portanto, não posso compará-los. Enfim, o livro é muito divertido, recomendo para aqueles que curtem chick-lit.
"Daniel disse que não havia solução para o meu problema, mas por Deus, é claro que há. E ele me diz que preciso de Jesus — quem ele pensa que é? Eu não preciso de Jesus.
Eu preciso do Google."